Inclusão digital, formação docente e políticas públicas são os eixos do tema.
📄 A questão, na íntegra
PROVA DISCURSIVA-REDAÇÃO
Instruções Gerais: Conforme Edital publicado […] 11.2 Na Prova Discursiva-Redação, o candidato deverá desenvolver texto dissertativo-argumentativo a partir de proposta única, sobre assunto de interesse geral não atrelado necessariamente ao Conteúdo Programático de Conhecimentos Específicos referido no presente Edital. 11.5 Será atribuída nota ZERO à Prova Discursiva-Redação que: a) fugir à modalidade de texto solicitada e/ou ao tema proposto; b) não atender aos critérios dispostos no item 11.4 deste Capítulo; c) apresentar texto sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos, números e palavras soltas ou em versos) ou qualquer fragmento de texto escrito fora do local apropriado; d) for assinada fora do local apropriado; e) apresentar qualquer sinal que, de alguma forma, possibilite a identificação do candidato; f) estiver em branco; g) apresentar letra ilegível e/ou incompreensível; h) não atender aos requisitos definidos no grau de correção/máscara de critérios pela Banca Examinadora. 11.6 Na Prova Discursiva-Redação, a folha para rascunho no Caderno de Provas será de preenchimento facultativo. Em hipótese alguma o rascunho elaborado pelo candidato será considerado na correção pela Banca Examinadora. 11.7 Na Prova Discursiva-Redação deverão ser rigorosamente observados os limites mínimo de 20 (vinte) linhas e máximo de 30 (trinta) linhas, sob pena de perda de pontos a serem atribuídos à Redação.
À primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso à internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática. No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na Educação Básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso à conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão à rede. A desigualdade não para por aí, evidenciando-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente. Apesar dos avanços rumo à inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado à cultura digital, uma das competências gerais da Educação Básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
(Adaptado de: PAIVA, Thais. Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem? Revista Nova Escola. Disponível em: https://novaescola.org.br/)
A partir do excerto acima, redija um texto dissertativo-argumentativo sobre o tema:
Educação e recursos tecnológicos: desafios e perspectivas
🎯 O que a banca queria
A resposta deveria desenvolver uma tese clara sobre a distância entre a cultura digital prevista na BNCC e a realidade das escolas públicas. Era necessário articular a desigualdade de acesso à internet e aos equipamentos com a formação dos professores para o uso pedagógico da tecnologia. A conclusão precisava apresentar medidas viáveis, com agentes responsáveis e finalidade social. Perde ponto quem apenas elogia a tecnologia ou cita laboratórios de informática sem discutir exclusão digital, infraestrutura e preparo docente, além de desrespeitar o limite de 20 a 30 linhas.
🧭 O que precisa estar na resposta
- Tese sobre inclusão digital — Defender que a tecnologia é necessária, mas seu acesso desigual impede uma educação digital efetivamente democrática.
- Base legal e curricular — Relacionar a cultura digital da BNCC à igualdade de acesso prevista na Constituição e à qualidade exigida pela LDB.
- Desafio pedagógico — Explicar que equipamentos, sozinhos, não resolvem o problema: a formação continuada dos docentes é indispensável.
- Proposta de superação — Indicar políticas de conectividade, uso de recursos públicos e capacitação docente, com foco na redução das desigualdades.
✍️ A resposta nota 100
Em primeiro lugar, cumpre destacar que a desigualdade no acesso a internet e a equipamentos adequados, especialmente nas regioes Norte e Nordeste e na rede publica de ensino, configura uma violacao ao artigo 206 da Constituicao Federal de 1988. O dispositivo assegura a igualdade de condicoes para o acesso e permanencia na escola. Quando milhoes de estudantes nao possuem conectividade, o Estado falha em garantir o padrao de qualidade educacional exigido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educacao Nacional (LDB). A exclusao digital, portanto, atua como um catalisador das desigualdades sociais pre-existentes, marginalizando alunos vulneraveis do processo de ensino-aprendizagem moderno.
Alem da barreira da infraestrutura, o desafio pedagogico e igualmente complexo. A mera instalacao de laboratorios de informatica nao garante a apropriacao critica da tecnologia. Para que as perspectivas da BNCC sejam alcancadas, e necessario o letramento digital dos profissionais da educacao. Muitos professores nao recebem formacao continuada adequada para utilizar os recursos tecnologicos como metodologias ativas. Assim, a tecnologia deve deixar de ser vista apenas como um fim em si mesma para se tornar um instrumento transversal que estimule o protagonismo do aluno, a resolucao de problemas e o pensamento critico.
Diante do exposto, as perspectivas para a superacao desses desafios exigem politicas publicas de Estado, e nao apenas de governo. E fundamental a utilizacao efetiva de recursos como o Fundo de Universalizacao dos Servicos de Telecomunicacoes (FUST) para garantir banda larga de alta velocidade em todas as escolas publicas do pais. Ademais, as secretarias de educacao devem investir massivamente na capacitacao docente. Somente com a uniao entre infraestrutura adequada e preparo pedagogico sera possivel materializar o que preve o Marco Civil da Internet, consolidando o acesso a rede como essencial ao exercicio da cidadania e garantindo uma educacao democratica e emancipatoria.
🎓 A aula: como se resolve uma questão assim
Olá, futuro servidor! A prova discursiva é, para muitos, o momento mais temido do concurso. No entanto, com a engenharia didática correta, ela se torna a sua maior vantagem competitiva. Hoje, vamos destrinchar um tema clássico e altamente recorrente em certames da área educacional e administrativa: “Educação e recursos tecnológicos: desafios e perspectivas”.
Nossa aula tem como base a prova discursiva aplicada pela Fundação Carlos Chagas (FCC) em 2025 para o cargo de Agente de Suporte Educacional da SEDU ES. A banca apresentou um texto motivador riquíssimo, trazendo dados do IBGE que mostram um contraste gritante: enquanto 81% das escolas públicas têm laboratórios, 4,1 milhões de alunos da rede pública não possuem conectividade, evidenciando um abismo regional (Norte e Nordeste com os piores índices) e social (público vs. privado) [1]. Além disso, a banca amarrou o tema à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) [2]. Vamos traduzir isso em argumentos sólidos para a sua aprovação.
1. O Paradoxo da Inclusão Digital: Acesso vs. Conectividade Significativa
O primeiro grande conceito que você precisa dominar para estruturar uma redação nota máxima (ou responder a questões objetivas sobre o tema) é a diferença entre ter um equipamento e ter conectividade significativa.
O texto motivador da FCC foi cirúrgico ao apontar que os números “impressionam à primeira vista”. Ter um laboratório de informática na escola não significa que a tecnologia está integrada ao currículo. A Desigualdade Digital (ou Abismo Digital) no Brasil não se resume apenas à falta de hardware (computadores ou smartphones). Ela se manifesta em três dimensões:
- Dimensão de Acesso: A falta de infraestrutura básica, como banda larga de qualidade, especialmente nas regiões Norte e Nordeste e em zonas rurais.
- Dimensão de Letramento: A ausência de habilidades para usar a tecnologia de forma crítica e produtiva (Letramento Digital).
- Dimensão Pedagógica: A dificuldade das escolas em transformar o recurso tecnológico em ferramenta de aprendizagem, e não apenas em entretenimento ou substituição do quadro negro.
2. A BNCC e a “Cultura Digital”
O texto da questão cita expressamente a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Se a banca citou, você precisa saber o que é. A BNCC estabelece 10 Competências Gerais que devem ser desenvolvidas ao longo de toda a Educação Básica. A Competência de número 5 é a Cultura Digital.
O que a BNCC exige não é que o aluno saiba usar o Instagram ou o TikTok. A competência determina que o estudante deve “compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética” [2].
Conceitos correlatos fundamentais (Expansão de Escopo):
- Cidadania Digital: Ensinar o aluno sobre seus direitos e deveres no ambiente virtual, combatendo o cyberbullying e as fake news.
- Uso Instrucionista vs. Construcionista: O uso instrucionista é usar o computador apenas para ler PDFs (o aluno é passivo). O uso construcionista (teoria de Seymour Papert) é usar a tecnologia para criar, programar e resolver problemas (o aluno é ativo). A BNCC exige o modelo construcionista.
3. Desafios e Perspectivas (Estruturando os Argumentos)
A proposta da redação pediu explicitamente para abordar “desafios e perspectivas”. Como estruturar isso de forma lógica em um texto dissertativo-argumentativo?
Os Desafios (Desenvolvimento 1)
Além da infraestrutura (já citada), o maior desafio oculto é a Formação Docente. Muitos professores são “imigrantes digitais” ensinando “nativos digitais” (conceitos de Marc Prensky). Sem formação continuada adequada, o professor se sente inseguro para integrar a tecnologia ao plano de aula, gerando a subutilização dos laboratórios citados pelo IBGE.
As Perspectivas (Desenvolvimento 2 ou Conclusão)
As perspectivas envolvem o futuro da educação. Aqui entram conceitos modernos como o Ensino Híbrido (Blended Learning) e as Metodologias Ativas (como a Sala de Aula Invertida). A perspectiva não é a tecnologia substituir o professor, mas sim o professor que usa tecnologia substituir aquele que não usa. A tecnologia deve atuar como ferramenta de personalização do ensino, permitindo que o aluno aprenda no seu próprio ritmo.
Conclusão da Aula: Dominar o tema “Tecnologia na Educação” exige ir além do óbvio. Você precisa conectar dados estatísticos (desigualdade) com marcos legais (BNCC, Marco Civil da Internet) e teorias pedagógicas (letramento digital). Ao compreender essa tríade, você estará preparado não apenas para redigir textos brilhantes, mas para gabaritar qualquer questão objetiva sobre políticas educacionais e tecnologias da informação.
Mapa da Aprovação: Resumo Esquematizado
| Eixo de Análise | Conceitos-Chave | Argumentos Críticos (O que usar na prova) | Fundamentação (Repertório) |
|---|---|---|---|
| O Problema Acesso e Infraestrutura | Desigualdade Digital; Conectividade Significativa. | Ter equipamentos nas escolas não garante inclusão. Há um abismo entre rede pública/privada e regiões do país, ferindo o princípio da equidade. | Dados do IBGE/Pnad (2019/2020); Art. 206 da CF/88 (Igualdade de condições). |
| A Pedagogia Integração Curricular | Letramento Digital; Uso Construcionista. | A tecnologia não pode ser mero entretenimento. Deve ser ferramenta ativa de aprendizagem e desenvolvimento do pensamento crítico. | Competência Geral 5 da BNCC (Cultura Digital). |
| O Fator Humano Formação Docente | Imigrantes vs. Nativos Digitais; Formação Continuada. | A falta de capacitação gera insegurança e subutilização dos recursos. O professor passa de detentor do saber a mediador do conhecimento. | Plano Nacional de Educação (PNE) – Metas de valorização e formação. |
| O Futuro Perspectivas | Ensino Híbrido; Metodologias Ativas; Cidadania Digital. | A tecnologia deve personalizar o ensino e preparar o aluno para os desafios éticos e profissionais do século XXI. | Marco Civil da Internet [3] (Direito de acesso à rede). |
Teste Seus Conhecimentos: Questões de Fixação
Questão 1 (Inédita – Foco em Legislação Educacional/BNCC)
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece dez competências gerais que devem ser desenvolvidas na Educação Básica. O texto motivador da prova da SEDU-ES (2025) cita a necessidade de alinhar o currículo à “cultura digital”. Com base nos preceitos da BNCC sobre a Cultura Digital, assinale a alternativa correta:
- A) A cultura digital na BNCC foca exclusivamente na instrumentalização do aluno para o mercado de trabalho, priorizando o ensino de linguagens de programação em detrimento das ciências humanas.
- B) O desenvolvimento da cultura digital pressupõe a substituição gradativa do professor por plataformas de inteligência artificial, visando a padronização do ensino em nível nacional.
- C) A competência exige que o estudante compreenda, utilize e crie tecnologias digitais de forma crítica, significativa, reflexiva e ética, para comunicar-se, acessar e disseminar informações e resolver problemas.
- D) A BNCC determina que a cultura digital seja uma disciplina isolada no currículo do Ensino Médio, não devendo interferir nas práticas pedagógicas do Ensino Fundamental.
- E) A inclusão da cultura digital visa garantir que os alunos saibam utilizar redes sociais para entretenimento, reduzindo a evasão escolar nas escolas públicas.
Gabarito: C
Comentários:
A alternativa C está correta pois traz a literalidade da essência da Competência Geral 5 da BNCC. A tecnologia deve ser usada de forma ética, crítica e reflexiva para resolver problemas e exercer o protagonismo.
Por que as outras estão erradas?
A) Errada. A BNCC não foca “exclusivamente” no mercado, mas na formação integral do cidadão. Além disso, a tecnologia deve ser transversal, e não em detrimento das ciências humanas.
B) Errada. A tecnologia não substitui o professor; ela altera o seu papel para o de mediador do conhecimento.
D) Errada. A cultura digital é uma competência geral e transversal, devendo permear todas as etapas da Educação Básica (da Educação Infantil ao Ensino Médio) e todos os componentes curriculares, não sendo uma disciplina isolada.
E) Errada. O foco não é o entretenimento em redes sociais, mas o letramento digital e a cidadania digital.
Questão 2 (Inédita – Foco em Estruturação de Redação FCC)
Ao redigir um texto dissertativo-argumentativo para a Fundação Carlos Chagas (FCC) sobre o tema “Educação e recursos tecnológicos: desafios e perspectivas”, baseado nos dados do IBGE que apontam que milhões de alunos da rede pública não têm acesso à conectividade, qual seria a abordagem estrutural e argumentativa mais adequada?
- A) Construir uma tese otimista, ignorando os dados de desigualdade para focar apenas nas perspectivas futuras da inteligência artificial, finalizando com uma proposta de intervenção detalhada nos moldes do ENEM.
- B) Desenvolver uma argumentação crítica que contraponha a presença de equipamentos nas escolas à falta de conectividade real, evidenciando a desigualdade socioeconômica, e concluir com uma síntese reflexiva sobre a necessidade de políticas públicas equitativas.
- C) Utilizar o texto em primeira pessoa do singular (“Eu acho que a tecnologia…”), listando os equipamentos que faltam nas escolas e culpando exclusivamente os professores pela não utilização dos laboratórios de informática.
- D) Fazer um resumo do texto motivador nos dois primeiros parágrafos e, no restante do texto, criar uma narrativa ficcional sobre um aluno do Nordeste que conseguiu superar a falta de internet.
- E) Defender que a privatização do ensino público é a única perspectiva viável para resolver o problema tecnológico, uma vez que o texto motivador mostra que apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão.
Gabarito: B
Comentários:
A alternativa B está correta e reflete perfeitamente o “Padrão FCC” de redação. A banca exige distanciamento (terceira pessoa), senso crítico aguçado (problematizar a desigualdade mostrada nos dados) e uma conclusão que sintetize a discussão (sem a obrigatoriedade da proposta de intervenção engessada do ENEM).
Por que as outras estão erradas?
A) Errada. Ignorar os dados do texto motivador é tangenciar o tema. Além disso, a FCC não exige proposta de intervenção detalhada.
C) Errada. Textos dissertativos-argumentativos em concursos devem ser impessoais (terceira pessoa). Além disso, culpar exclusivamente os professores é uma análise rasa e desconsidera falhas de infraestrutura e gestão.
D) Errada. Resumir o texto motivador não é argumentar (demonstra falta de autoria). Criar narrativa ficcional foge da tipologia textual exigida (dissertação).
E) Errada. Cuidado com radicalismos e propostas que ferem os princípios constitucionais (a CF/88 garante o ensino público e gratuito). Usar o dado do setor privado para defender a privatização total é uma extrapolação perigosa e malvista por bancas examinadoras.
Questão 3 (Inédita – Foco em Conceitos Pedagógicos e Abismo Digital)
O conceito de “Abismo Digital” (ou Desigualdade Digital) no contexto educacional brasileiro contemporâneo, conforme evidenciado por pesquisas como a Pnad/IBGE, ultrapassa a simples métrica de posse de dispositivos eletrônicos. Sobre as dimensões desse fenômeno, avalie as afirmativas a seguir:
I. A dimensão geográfica da desigualdade digital é irrelevante no Brasil atual, visto que as políticas de expansão da banda larga equipararam o acesso nas regiões Norte e Sul do país.
II. O “Letramento Digital” é um conceito que se refere à capacidade do indivíduo de ler manuais de instrução de equipamentos eletrônicos para uso em sala de aula.
III. A conectividade significativa envolve não apenas ter um smartphone com pacote de dados limitado, mas possuir acesso à internet de qualidade, dispositivos adequados e habilidades para utilizá-los para fins educacionais.
Está correto o que se afirma em:
- A) I, apenas.
- B) III, apenas.
- C) I e II, apenas.
- D) II e III, apenas.
- E) I, II e III.
Gabarito: B
Comentários:
A alternativa B está correta porque apenas a afirmativa III é verdadeira. A conectividade significativa é o conceito mais moderno sobre inclusão digital: não basta ter um celular pré-pago com WhatsApp ilimitado; o aluno precisa de banda larga, tela adequada (computador/tablet) e habilidades cognitivas para pesquisar e criar.
Por que as outras estão erradas?
I. Falsa. O próprio texto motivador da questão base (e a realidade brasileira) mostra que a dimensão geográfica é crucial. Há enorme disparidade, com Norte e Nordeste apresentando índices de conectividade muito inferiores ao Sul e Sudeste.
II. Falsa. Letramento Digital não é ler manuais. É a capacidade de encontrar, avaliar, utilizar, compartilhar e criar conteúdos utilizando tecnologias de informação e a internet de forma crítica e segura.
Referências:
- [1] IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Tecnologia da Informação e Comunicação (PNAD TIC 2019/2020).
- [2] MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (MEC). Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília, DF, 2018. (Competência Geral 5 – Cultura Digital).
- [3] BRASIL. Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014. Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil (Marco Civil da Internet).
- PAIVA, Thais. Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem? Revista Nova Escola. (Texto motivador adaptado da banca FCC – SEDU ES, 2025).
- PRENSKY, Marc. Nativos Digitais, Imigrantes Digitais. On the Horizon, NCB University Press, Vol. 9 No. 5, October 2001.
🚀 Onde treinar isto com correção
Discursiva não se aprende lendo resposta pronta: se aprende escrevendo e sendo corrigido. É para isso que a plataforma existe.
- Plano de estudos até o dia da prova — a reta final montada de trás para frente, a partir da data da prova e do que pesa neste edital.
- Estudo reverso com questões da banca — cada questão vira uma aula detalhada, construída em cima do erro que você cometeu.
- Jurisprudência do STF atualizada toda semana — comentada em linguagem direta, sem o juridiquês que faz o candidato pular a parte que mais cai.
- Resumos e mapas mentais — o conteúdo do edital já condensado, para revisar no intervalo em vez de reler capítulo.
- Questões comentadas, uma a uma — comentário em cada alternativa, não só o gabarito.



